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Governo aumenta participação na Petrobras; entenda a capitalização

Leia os artigos abaixo e comente os impactos sócio-econômicos e ecológicos da exploração de petróleo da camada do pré-sal:

Defesa do pré-sal é uma questão de soberaniaPetrobras agora é a 2ª maior petroleira do mundo, atrás da Exxon

Petróleo encalacrado no pré-sal Revista Piauí

Fabrícia Peixoto  De Brasília para a BBC Brasil
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta sexta-feira que o processo de capitalização da Petrobras permitiu ao governo brasileiro ampliar sua participação na companhia de 40% para 48%.

Depois de meses de expectativa do mercado, a empresa realizou nesta quinta-feira o maior processo de capitalização já realizado no Brasil e um dos maiores do mundo, assegurando um montante de cerca de R$ 120,4 bilhões.

A operação de venda dos papéis colocou a companhia brasileira no 2º lugar entre as maiores petroleiras do mundo, atrás apenas da americana Exxon Mobil. A empresa estava em 4º lugar.

Os analistas de mercado que acompanham os papéis da Petrobras consideraram a capitalização um “sucesso”, com forte procura pelas ações, inclusive por investidores estrangeiros.

O resultado, segundo eles, mostrou que os investidores “têm grandes expectativas” sobre o futuro da companhia, apesar das incertezas quanto à exploração do petróleo em águas profundas.

A BBC Brasil preparou uma série de perguntas e respostas para ajudar você a entender o processo de capitalização.

O que é uma capitalização e para que serve?

A capitalização (ou aumento de capital) é um processo comum entre as companhias de capital aberto que por algum motivo precisam de mais recursos.

Uma alternativa à capitalização, por exemplo, seria o endividamento, buscando verbas do sistema bancário. Em alguns casos, no entanto, a empresa pode não achar conveniente aumentar seu nível de dívida.

No caso da capitalização, a empresa coloca novas ações à venda no mercado. O capital arrecadado com a venda desses papéis dá fôlego para novos investimentos.

Segundo o diretor da Faculdade de Administração da Faap, Tharcisio Santos, em geral a capitalização ocorre em um ambiente “favorável” aos negócios daquela companhia.

“Quando a empresa tem um projeto muito bom, com potencial de retorno elevado, a chance de arrecadar mais dinheiro na capitalização é maior”, diz.

Por que o governo decidiu capitalizar a Petrobras?

Uma das cinco maiores companhias petrolíferas de capital aberto do mundo, a Petrobras sempre teve projetos de investimentos significativos. Esses planos ganharam ainda mais força com a descoberta do pré-sal.

A necessidade de investimentos até 2014 é de US$ 220 bilhões, de acordo com estimativas da própria companhia.

Ao mesmo tempo, a empresa brasileira – que já vinha acelerando seus investimentos – está tendo de lidar com uma alta dívida, que chegou a R$ 118,4 bilhões em junho.

O valor equivale a 34% do patrimônio, o que está muito próximo do teto estipulado pela empresa, que é de 35%.

Sem poder se endividar mais, a empresa optou pela capitalização.

O que é a cessão onerosa?

Como principal acionista da Petrobras, o governo federal teria de desembolsar uma grande quantia de dinheiro para participar do aumento de capital da empresa, na proporção de sua participação acionária.

Em vez de lançar mão desse montante, o que seria inviável do ponto de vista fiscal, governo decidiu usar outro tipo de moeda: o petróleo da camada pré-sal, que pertence à União e ainda não explorado.

A ideia é que o governo ceda cinco bilhões de barris de petróleo à Petrobras, que em troca entregará ao governo títulos da dívida pública, por sua vez recebidos da União durante o processo de capitalização.

O resultado dessa operação é que o governo poderá manter (ou até ampliar) sua participação no capital da Petrobras sem gastar dinheiro ou títulos públicos.

Como foi feita a capitalização?

Diante da emissão de novas ações da Petrobras, tanto o governo como os acionistas minoritários puderam adquirir os papéis. Em tese, todos puderam manter a participação que tinham na companhia.

Os novos papéis foram oferecidos primeiro aos acionistas minoritários. Se eles adquirissem toda a parte colocada à sua disposição, poderiam continuar mantendo sua mesma participação na Petrobras.

O comparecimento dos investidores foi alto, segundo analistas de mercado. Estima-se ainda que 400 mil pessoas físicas tenham participado do processo de aumento de capital.

Por que a operação foi criticada?

Entre especialistas, há consenso de que a Petrobras não teria como realizar os investimentos previstos com seu próprio capital – mesmo porque, a empresa não teria esse dinheiro em caixa.

Com o endividamento no limite, muitos consideram a capitalização a única saída. O que tem sido motivo de críticas é a forma como o aumento de capital está sendo conduzido.

Uma delas diz respeito a uma interferência “excessiva” do governo em uma empresa que, apesar de ser controlada pela União, tem suas ações negociadas em bolsa – e portanto, precisa prestar contas ao mercado.

“Existe uma relação entre o governo e a empresa que, na minha opinião, não é saudável”, diz Amaral.

Outro ponto de polêmica é a definição do preço do barril para a cessão onerosa. Coube ao Presidente da República definir o valor do barril, sendo que o governo é um dos principais atores no processo de capitalização, o que para muitos analistas configura um conflito de interesse.

Por fim, especialistas ainda questionam a cessão de milhões de barris de petróleo que ainda não foram explorados. Um dos receios é de que os poços escolhidos pelo governo acabem revelando ter menos óleo do que o inicialmente estimado.

Por que as ações da Petrobras caíram tanto ao longo do ano?

Desde o início de 2010, as ações da Petrobras já caíram 20%, o que representa uma perda de quase US$ 50 bilhões no valor de mercado da companhia.

Mas com o processo de capitalização sendo confirmado, as ações voltam a mostrar sinais de recuperação.

De acordo com Weber Amaral, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), a desvalorização ao longo do ano está ligada a dois fatores.

Um deles é o vazamento de óleo da BP no Golfo do México, que despertou a desconfiança dos investidores sobre a segurança das explorações profundas – o que se aplica à camada pré-sal.

O segundo fator está ligado à capitalização. “Diante do adiamento da operação e de incertezas quanto ao preço do barril e outras questões ligadas à nova legislação, os investidores acabaram fugindo dos papéis da Petrobras”, diz Amaral.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

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  1. Gislaine Isernhagen Tonholo
    30/11/2010 às 19:47 | #1

    A capitalização da Petrobrás possui seus prós e contras… verifica-se que se tal fato fosse tão vantajoso as ações não teriam caído tanto ao longo do ano e as desculpas não seriam fatores como o vazamento do óleo ou simplismente a incerteza de tal investimento, porém seus prós também ao de ser relatados principalmente na questão de investimento para 2014. Sinceramente, não consigo definir minha opinião, ainda estou em cima do muro… confesso, estou caindo para o lado contra e concordo com nosso colega Rodrigo “será que a cúpula petista (que se orgulha de ser tão boa gestora) não poderia investir mais em fontes renováveis ao invés de aprofundar mais ainda a pesquisa para exploração de petróleo, aliás, (petróleo betuminoso)?”, porém logo em seguida vem a questão sobre os investimento e crescimento do Brasil, entre outros… que com a capitalização favoreceriam fortemente esse setor. Porém para decidir se é bom e viável ou não a capitalização da Petrobrás é necessário ter toda a bagagem de conhecimento e domínio sobre o assunto, a qual não possuo, por isso fico por aqui e deixo minha opinião em aberto.

  2. Franciele Menin
    29/11/2010 às 13:53 | #2

    Se o Brasil começar a extrair todo o petróleo do pré-sal muito rapidamente, este pode se esgotar em apenas uma geração ou mais. Se o país se tornar um grande exportador de petróleo bruto, isto pode provocar a sobrevalorização do câmbio, dificultando as exportações e facilitando as importações, fenômeno conhecido como “mal holandês”, que pode resultar no enfraquecimento de outros setores produtivos como a indústria e agricultura assim afetando a economia brasileira.
    Tambem podemos dizer que, essa area pode te bem menos petroleo quanto parece, onde pode haver grandes problemas, ou ate mesmo problemas na perfuraçao onde ja ocorreu vazamentos de petroleo, assim dando gastos em vez de lucros, gastando dinheiro para limpar as aguas poluidas, causando danos ao meio ambiente.

  3. Ricardo Augusto Heck
    28/11/2010 às 20:58 | #3

    É sempre bom ver uma empresa brasileira se destacando no cenário mundial, mas acho que a Petrobras deveria se distanciar do Governo, que se utilizou de almuas manobras para conseguir a capitalização da empresa e depois aumentar a sua participação, antes estava em 40% a participação agora ja esta em 48, será que o governo em breve não estará no comando da empresa novamente.

  4. Maira Luiza Spanholi
    28/11/2010 às 13:39 | #4

    Apesar das incertezas que vinham se colocando sobre a exploração do petróleo em aguas profundas, com a capitalização, os investidores voltam a apostar nas ações da Petrobrás, pois agora criam expectativas positivas em relação ao mercado de petróleo.

  5. Jessica Andressa Zilio
    28/11/2010 às 10:39 | #5

    Descoberta de jazidas petrolíferas tão importantes num momento em que o produto escasseia, tem o efeito de alterar o significado geopolítico de nosso país no sistema mundial.

    A descoberta dessas imensas jazidas colocou o Brasil diante dessa grande encruzilhada: construir um projeto político de soberania nacional e popular ou continuar sendo fornecedor de suas riquezas naturais ao capital internacional.

    Trata-se de uma oportunidade histórica decisiva e o povo deve ser o protagonista deste debate.

    Bom artigo Professor

  6. Flavia Tatiane Meneghetti
    23/11/2010 às 18:43 | #6

    A capitalização foi um modo de as pessoas se sentirem seguras a adquirirem as ações,e resultou em um grande sucesso, houve muitos interessados pelas compras das ações, até porque a PETROBRÁS já tem seu espaço conquistado, mesmo com a incertza de exploração de águas profundas.

  7. Juliana Angelica S. Moreira
    22/11/2010 às 0:19 | #7

    Ao meu ver, essas decisões tomada pela Petrobras, foram as mais corretas de acordo com a situação, a capitalização da empresa possibilitará que a mesma tenha recursos financeiros para continuar investindo.
    Se na relidade isso acontecesse na integra seria muito bom para todos, mas todos nós sabemos que por trás disso a muitos interesses, há muita corupção, muita sujeira, mas fazer o que ?!? essa é a relidade do nosso país!!!
    acreditar que as coisas vão acontecer direitinho, como o planejado é o mesmo que acreditar em contos de fadas, cabe a nós “FUTURO DA NAÇÃO” tentar mudar esse quadro.
    Mas enfim, voltando ao que realmente importa, a Petrobras fez o qeu era certo, não se endividou, buscou uma alternativa q seria bom pra todos.

  8. Rodrigo Queiroz Cruz
    17/11/2010 às 7:32 | #8

    Pois é.
    A matéria é muito boa. Contudo, duas questões vieram a minha mente ao termino da leitura: A primeira, diz respeito à distribuição dos lucros dessa empresa (e esta questão estabeleceu uma das tônicas do discurso petista na disputa com o PSDB). Ouvi a Presidente eleita por várias e várias vezes ENFATIZAR: “Não iremos privatizar o pré-sal, pois ele é do povo brasileiro”. Ora não é preciso ser um analista de mercado de capitais, muito menos economista, É PRECISO apenas ser sincero e realista pra perceber que 99% do povo brasileiro não têm acesso indireto muito menos direto a esses royalties de exploração ou aos dividendos gerados pelas ações da Petrobras.
    Quem são os investidores dessa empresa? Tenho certeza que são em grande maioria trader´s internacionais. Além disso, já faz muito tempo que a empresa é fruto de futebol político da cúpula do PT. Basta olhar pra presidência da empresa (a anterior e a atual), a atual foi uma indicação indireta do GOVERNADOR DA BAHIA (Forte militante Petista). Apesar de saber que o “Gabrielli” é um colega de profissão e tem um currículo pomposo, creio que podem haver maneiras mais meritocráticas e menos suspeitas de fazer nomeações.

    A segunda pergunta diz respeito à questão ambiental. A propósito, fico abismado ao ver que numa matéria do blog do “professor de economia ambiental” poucos dos colegas estão preocupados com o cerne: o meio ambiente. A maioria fala apenas de crescimento econômico. CRESCIMENTO ECONÔMICO PARA QUE E PARA QUEM?. Chamou-me a atenção o comentário da colega Aliny (que diz respeito à diversificação da matriz energética), concordo com ela e acrescento: “será que a cúpula petista (que se orgulha de ser tão boa gestora) não poderia investir mais em fontes renováveis ao invés de aprofundar mais ainda a pesquisa para exploração de petróleo, aliás, (petróleo betuminoso)?”

    Não quero aqui parecer um ativista do WWF, um retrógrado anti – desenvolvimento econômico, MUITO MENOS UM PARTIDÁRIO DO PSDB. Penso apenas que o governo deve se atentar ao seu discurso, seguindo uma gestão política consonante com tal. Tanto com pesquisa mais intensa na busca por energias alternativas (para que os compromissos ambientais assumidos pelo Brasil através do Lula na COP15 não sejam mera demagogia), quanto cuidando que os lucros ou as riquezas geradas pela Petrobras sejam de fato distribuídos para o povo brasileiro (100% da população) – seus legítimos donos (como fez questão de enfatizar a futura presidenta Dilma). Para finalizar gostaria de lembrá-los de uma frase de efeito:

    “Não pode haver paz sem respeito ao meio ambiente”
    (Papa Bento XVI em discurso no vaticano no dia 26/08/2010)

    Ahh!!!!, Antes que me esqueça.
    Prof. Juvenal, parabéns pelo blog. Ele está se tornando um palco para o pensamento crítico e o desenvolvimento de ideias muito importantes para os (futuros economistas).

    • 17/11/2010 às 12:12 | #9

      Prezado Rodrigo, parabéns pelo abrangente comentário!
      Respondo aqui algumas das suas inquietudes:
      1- Sobre a distribuição dos royalties, realmente, a sociedade brasileira não recebe diretamente eles, tanto pelo modelo de concessão como pelo modelo de partilha, recebe indiretamente transferência de recursos e benefícios para mitigar as desigualdades regionais e sociais, para a saúde, educação, ciência e tecnologia, infra-estrutura, segurança… Infelizmente, por ineficiência e corrupção de uma parte do Estado, parte deste recurso é desviada da sua finalidade pública em beneficio da apropriação privada. Uma das soluções para coibi este desvio seria a criação da Renda Cidadã, a exemplo do que acontece no Alasca, conforme escrevi em artigo anterior, ou seja, o cidadão recebe diretamente parte da renda oriunda da extração do petróleo;
      2- Sobre nossa matriz energética, ela é considerada internacionalmente uma das mais limpas, é avaliada como de baixa economia de carbono. Nossas emissões de carbono estão associadas à devastação das nossas matas e, a produção de gado. Nossa matriz industrial consome em grande parte energia vinda das usinas hidroelétricas. Sou economista, não sou ambientalista, nem eco-capitalista, mas acredito que o desenvolvimento capitalista dado as condições inerentes ao seu próprio modelo dará lugar a outro modelo mais contemplativo com a vida;
      3- Sobre as conferências sobre o clima. A COP 15, apesar de não se chegar a um compromisso obrigatório, mas voluntário, pode-se entender como positivo o fato dos países sentarem a mesa de negociação para discutir metas a serem perseguidas.

  9. 16/11/2010 às 18:09 | #10

    Segundo informações do jornalista Celso Ming o senado aprovou o projeto de lei que autoriza a capitalização da Petrobrás mediante a transferência de 5 bilhões de barris de petróleo da União a título de subscrição por parte do Tesouro.
    Esta vai ser uma enorme operação de capitalização, provavelmente em torno de US$ 60 bilhões, ou seja, aí perto dos R$ 110 bilhões.
    Só de entrada de capital estrangeiro nessa operação estão previstos cerca de US$ 20 bilhões.
    Há muito o que analisar nessa iniciativa alguns pontos que podem ser vistos são que essa transferência de petróleo bruto para a Petrobrás, sem risco de quebra de produção ou sem risco de reservatório, é um grande presente que acontece, pode se ate dizer que ocorre uma vez a cada cem anos. Temos também as perspectivas do pré-sal são também altamente promissoras e isso atiça o interesse.
    Mas dois problemas têm de ser enfrentados. Este não é o melhor momento do mercado financeiro global. O investidor externo está retrancado e vai ser preciso ver até que ponto ele muda esse estado de espírito.
    Em segundo lugar, os enormes prejuízos causados à British Petroleum no megavazamento do Golfo do México podem deixar o investidor estrangeiro também com um pé atrás. Em todo o caso, esta vai ser uma enorme operação financeira que vai ser fechada até o mês que vem e que vai mobilizar enorme energia econômica, não só aqui no Brasil, mas no resto do mercado financeiro.

  10. Luana Teixeira Damian
    10/11/2010 às 20:22 | #11

    A descoberta do petróleo na camada pré-sal é um marco na indústria mundial e no setor de desenvolvimento de nosso país.Com as experiências a Petrobrás hoje esta preparado para desenvolver as acumulações na descoberta do pré-sal, mas há um paradoxo sobre essa questão, como é previsto um enorme investimento na: petroquimica,novas
    plataformas, novas refinarias novas tecnologias,maior numero de empregos, capacitação de recursos humanos entre outras.Mas devemos analisar o futuro do meio ambiente como ficaria? e sobre o preço seguira o valor de mercado!

  11. george davi teixeira pedroso
    10/11/2010 às 7:42 | #12

    qundo em 1954 o ate então presidente da republica Getulio Vargas lutava pela criação da petrobras,sob o slogan o “o petroleo e nosso” ele nunca imaginava que essa grande empresa estatal tomaria tão grandes proporções.
    essa grande confiança que os compradores de ações tem na petrobras, e fruto de muita luta e trabalho que os governos posteriores ao de Vargas tiveram para administrar essa,ja sobre a questão a questão da capitalização ,esse e um grande marco na historia da petrobras,porém embora seja um grande ufanista,acho que as vezes e necessario fazer o que a petrobras fez ,para que se possa colher frutos no futuro ,so espero que com todas essas decobertas de bacias de petroléo,capitalizações ,o povo brasileiro não seje esquecido no desenrolar dessa historia.

  12. Bruna Maria Gaieski
    09/11/2010 às 20:09 | #13

    Como muitos dizem, o controle que se tem sobre o preço do petróleo internamente foi parte importante na estabilidade da nossa economia.

  13. Lilian Yara Ulrich
    08/11/2010 às 15:32 | #14

    Com a auto-suficiencia brasileira em petroleo, ainda pagamos um preço exorbitante pelos deviravados deste. O preço da gasolina em torno de R$ 3,00 paga o furo de caixa da petro. A capitalização bem sucedida deste semestre em ano eleitoral. A exploração em águas profundas, a maioria dos diretores filiádos ao PT. O brasileiro está pagando caro pra manter um partido e uma petrolifera, agora a segunda maior do mundo, que vai tentar uma proeza mundial, explorar petroleo
    à 7 KM do nivel do mar… Vamos ver onde isso vai chegar.

    • 08/11/2010 às 17:05 | #15

      Prezada Lilian, se a Petrobrás estivesse sido privatizada no governo FHC, o Estado nacional não teria como controlar os preços da gasolina e de outros insumos do petróleo, os quais são base da economia capitalista (a matriz petróleo está presente em quase tudo que consumimos). Nos últimos oito anos, o preço do barril de petróleo elevou geometricamente, enquanto o preço da gasolina elevou aritmeticamente, ou seja, pode-se afirmar que a estabilidade da nossa economia se deveu em parte ao controle que temos sobre o preço do petróleo internamente.

  14. Aliny Camargo
    08/11/2010 às 13:38 | #16

    Os impactos ambientais potenciais da indústria petrolífera são variados, sendo os mais conhecidos da população aqueles provocados pelos vazamentos nos petroleiros e, que provocam a contaminação e degradação ambiental de mares e praias. Entretanto, outros impactos ambientais, que podem provocar: alterações da qualidade da água,interferência no no habit natural dos animais , causando grande morte de especies enfim. Com a exploração do pré- sal os recursos captados pela extração seriam voltados a sociedade brasileira em prol da erradicação da fome e da miseira no nosso pais.Mas para que isso aconteça será que devemos ser um dos maiores poluidores do planeta????????????????? A finalidades do fundo do pré-sal deveria ser investido em pesquisas científicas, com o objetivo principalmente em fontes alternativas de energia, renováveis e de menor potencial poluidor.

  15. Bruno Brito de Macedo
    05/11/2010 às 19:30 | #17

    Não há risco de o petróleo do pré-sal brasileiro virar um “mico” mais além do próximo meio século. É previsível que a Petrobrás desenvolva tecnologia de extração e operação de campos petroleiros, reduzindo seus custos de produção, enquanto a pressão internacional dos consumidores de petróleo empurre para cima o preço do barril, principalmente se houver uma retomada do crescimento mundial. Com petróleo são obtidos mais de três mil produtos, entre os quais os usos energéticos são as utilizações mais amplas e menos nobres deste recurso natural.
    As estimativas conservadoras vão de prováveis 40 bilhões à euforia de 100 bilhões de barris no pré-sal. Confirmada a euforia, o Brasil terá a quarta maior reserva de petróleo do planeta.

  16. Maiara Andretta
    30/10/2010 às 10:21 | #18

    Com a exploração do pré-sal desencadeará impactos tanto positivos quanto negativos. Um dos impactos positivos é a geração de emregos, possibilitando o crescimento per capta do país. Por outro lado os fatores negativos estão relacionados ao meio ambiente que devem ser analizados com cautela para não comprometer o ecossistema, portanto uma das medidas para minimizar problemas futuros é a elaboração de um plano de desenvolvimento sustentável.

  17. Anatalia Morosini
    27/10/2010 às 13:27 | #19

    Ficamos felizes em saber que o Brasil vem ganhando seu espaço cada vez mais. E agora mais uma noticia, Petrobras anunciou nesta quarta-feira (27) que a perfuração do primeiro poço em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe-Alagoas identificou a presença de petróleo. De acordo com a empresa, a qualidade do produto é semelhante ao das águas profundas da Bacia de Campos. Ou seja estamos chegando ao ranking mundial. Porém nossas necessidades vão muito além de só petóleo. Sera que toda essa exploração seria de necessario tão urgente quanto as necessidades da natureza?

  18. wilson barbosa do nascimento
    24/10/2010 às 21:21 | #20

    wilson barbosa do nascimento :O jornalista da revista wall street edward tan, diz que, devido parte da empresa ser do governo e ter influencia politica isto pode prejudicar o andamento e valorizaçao das açoes na bolsa futuramente e tambem devido o petroleo estar em aguas profundas o qual pode prejudicar o meio ambiente em sua extração, armazenamento, transporte.Esta preocupação deixam tambem os ambientalista em alerta com relação a extração deste produto.Segundo leandra gonçalves de companha de oceanos do greepeace, sera liberado com a exploração do oleo e a queima posterior é de 1,3 bilhões de toneladas a qual sera inviavel mesmo tendo desmatamento da amazonia nosso principal vetor do aquecimento global em zero.

    gilson souza da web.artigos.com jornalista e pos-graduado em comunicação em materia publicada em 30/09/2009 diz que esta reserva pode ser um estupim para um desentendimento entre brasil e Estados unidos no que diz respeito em prepotencia em tecnologia e energia uma vez que os Estados unidos é o maior consumidor de petroleo do mundo com uma marca de 7 bilhões de barris ano serca de 25% do petroleo do mundo, conforme relata souza as reservas dos EUA é de capacidade para quatro anos.
    Relata tambem que o brasil foi o pioneiro na descoberta de energia alternativa como a produção de etanol e gás natural e um dos propulssores da defesa e combate as poluições da atmosfera, já com esta descoberta a ideia fica um pouco distante da realidade uma vez que a reserva de petroleo encontrada é uma das maiores do mundo
    ministro Guido mantega diz que se o brasil trabalhar no processo de concessão fora do pre-sal para nao correr o risco estara no caminho certo e que vai saber direcionar os investimento. o governo estara colocando a petrobras para extrair este petroleo em prol da população nacional assim como fez a Noruega ao encontrar petroleo montou uma estatal para extrair o produto e os investimentos voltados a populaçao norueguesa.

  19. wilson barbosa do nascimento
    24/10/2010 às 20:12 | #21

    O jornalista da revista wall street edward tan, diz que, devido parte da empresa ser do governo e ter influencia politica isto pode prejudicar o andamento e valorizaçao das açoes na bolsa futuramente e tambem devido o petroleo estar em aguas profundas o qual pode prejudicar o meio ambiente em sua extração, armazenamento, transporte.
    Esta preocupação deixam tambem os ambientalista em alerta com relação a extração deste produto.
    Segundo leandra gonçalves de companha de oceanos do greepeace, sera liberado com a exploração do oleo e a queima posterior é de 1,3 bilhões de toneladas a qual sera inviavel mesmo tendo desmatamento da amazonia nosso principal vetor do aquecimento global em zero.

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